Após as problemáticas criadas pelo governo no que diz respeito ao Concurso de Remoção, a AFUSE se reuniu com o CGRH, nesta segunda feira (10/02) para buscar alternativas que garantam o direito conquistado pelos/as funcionários/as da educação, como resultado do histórico de luta da entidade.
Segundo o CGRH, a secretaria da Educação insiste no propósito de estabelecer que apenas um percentual das escolas entrarão no Concurso de Remoção, independentemente de ficar de fora as que têm vagas em aberto, o que, para nós, nada mais é que uma forma de não admitir que temos uma defasagem no número de profissionais para as atividades necessárias nas unidades.
Na reunião de hoje, nos foi apresentado um total de 1.496 escolas que têm um déficit de 40% (para mais) de funcionários/as, sendo que apenas essas unidades estarão disponíveis para a Remoção.
Durante a reunião a direção da AFUSE manteve seu posicionamento contrário a qualquer medida/proposta que cerceie e aponte como disponíveis apenas escolas que são da conveniência do governo, como forma de disfarçar um problema que a AFUSE aponta há anos, que é a questão dos Módulos Escolares. O GOVERNO NÃO TEM O DIREITO DE SÓ ACEITAR A REMOÇÃO DO/A FUNCIONÁRIO/A PARA ONDE ELE QUER QUE O/A MESMO/A VÁ! É preciso ficar muito claro que o pedido de Remoção tem a ver com a logística de vida do/a funcionário/a.
Na próxima sexta feira (14/02) teremos uma nova rodada de negociação em torno dessa temática. Logo após, repassaremos, através de nossos informativos, o resultado da reunião.
CERTIFICAÇÃO DO GOE
Aproveitando a oportunidade, a AFUSE pautou ao longo da reunião a questão da certificação dos GOEs. Segundo o CGRH, haverá uma nova formatação da certificação, com garantias de que quem estiver na função de GOE será mantido até o final da nova certificação.